Edit Template

A Magia dos Glimmers

Glimmers são pequenos momentos de segurança que ajudam o corpo a sair do stress. Descobre como os reconhecer e porque são essenciais.

Evento Corpo & Alma

Data: 18 janeiro 2026 | 09.30h
Local: Avenida de Sines, 332 (acima da loja de produtos ortopédicos SBE- Saúde e bem estar), Vila Nova de Santo André

Natal perfeito?

Desconstruir o mito do natal perfeito e viver com mais presença

Estamos a meio de dezembro e, para muitas pessoas, esta altura do ano vem carregada de uma pressão silenciosa: o Natal perfeito, a família perfeita, as refeições certas, as prendas certas. Como se fosse possível encaixar tudo isso num calendário já cheio e como se houvesse uma forma correta de viver esta época. Mas a verdade é que o Natal não precisa de ser perfeito para ser significativo (E quem é que definiu o que é um Natal perfeito?!) Talvez este ano consigas estar presente em todos os encontros. Ou não. Pode ser que tenhas energia para grandes almoços, mesas cheias e conversas longas. Ou pode acontecer o teu corpo esteja a pedir silêncio, pausas e menos estímulo. E está tudo bem. Desfruta do que conseguires desfrutar e deixa ir o resto. Deixar ir e desapegar das expectativas (as tuas e as dos outros) pode ser um dos maiores atos de autocuidado nesta altura do ano. Isso não significa que deixas de te importar. Simplesmente, significa que escolhes não te perderes de ti para corresponderes a uma ideia de Natal que, muitas vezes, nem sequer é tua. Compra prendas se te fizer sentido. Se for algo que nasce do prazer de oferecer, não da obrigação. E se não comprares, isso não diz nada sobre o teu valor, a tua generosidade ou o teu amor. Permite-te descansar mesmo que não seja o descanso ideal. Mesmo que seja apenas dormir um pouco mais, dizer mais vezes “não”, sair mais cedo de um compromisso social ou desligar o telemóvel durante umas horas. Não te esqueças que descansar é uma forma de regulação e (acredito eu) sobrevivência num mundo que raramente abranda. Se há pessoas com quem não te sentes segura, vista ou respeitada, talvez este seja o ano de reduzires o tempo que passas com elas, mudares o formato, ou simplesmente escolheres não estar. É verdade que nem sempre é fácil quebrar tradições, especialmente quando estas envolvem família, expectativas antigas, papéis que desempenhas há anos. Só que às vezes mantemos certas dinâmicas não porque nos fazem bem, mas porque parecem “normais”, porque sempre foi assim, porque dá menos trabalho do que explicar a razão da mudança. Priorizar o teu bem-estar nem sempre é fácil. Normalmente, vem com alguma dose de culpa, desconforto ou sensação de estar a desiludir alguém. Ainda assim, há que concordar que é (ou deveria ser) algo inegociável. Além de tudo isto, temos ainda o outro lado de dezembro: as expectativas para o próximo ano. Listas intermináveis de objetivos, planos grandiosos e promessas de que “agora é que vai ser”. Antes de entrares nesse modo automático, convido-te a parar um momento e perguntarestes objetivos são mesmo meus ou são versões do que acho que devia querer? Do que vejo nas redes? Do que os outros esperam de mim? Talvez o Ano Novo não precise de mais metas, mas de mais clareza, foco e intenção. Onde é que queres colocar a tua energia? O que é que, realisticamente, faz sentido para a fase da vida em que estás agora? Aproveita as Festas como uma oportunidade e um convite a estar presente contigo própria, com o corpo que tens, com a energia que existe, com a realidade que é possível e não com uma versão idealizada de como as coisas “deviam” ser. Acredita que tudo fica instantaneamente mais leve.

Viver alinhada com a Natureza

Nos últimos dias, o país tem estado debaixo de chuva intensa, ventos fortes, estradas alagadas, escolas encharcadas e muita gente a tentar continuar a vida normalmente, como se não estivesse uma tempestade lá fora. Enquanto escrevo este texto, olho para a minha cadela (enrolada, tranquila, aninhada numa manta, a viver alinhada com a Natureza lá fora) e penso: quem é que aqui é realmente inteligente? A verdade é que ela sabe. Sente o vento a bater nas janelas e decide que hoje não é dia para aventuras. Hoje é dia de recolher, descansar, conservar energia. No entanto, quando o sol aparecer, vai levantar-se com outra disposição, querer brincar, explorar, mexer-se. Fico a contemplar isto e a pensar no contraste entre o instinto animal e a forma como nós, humanos modernos, vivemos: completamente desligados dos ritmos da natureza e dos nossos próprios ritmos internos.   A sociedade moderna Criámos uma sociedade em que, esteja sol ou chuva, somos obrigados a produzir. As crianças têm de ir à escola, os adultos têm de ir trabalhar. Ou seja, nada pára. Nada abranda. Nada se ajusta. Não haverá algo de profundamente contra-natura nisto? Somos a única espécie do planeta que tenta viver como se o clima, a estação, o dia, a noite não tivessem influência nenhuma sobre nós; como se fôssemos máquinas. Até parece que o corpo não está constantemente a tentar comunicar connosco. Pergunto: será que fomos desenhados para ser produtivos num dia de dilúvio? Que impacto tem isto na nossa energia, humor, regulação emocional, níveis de stress e ansiedade? Quantos de nós andam exaustos simplesmente porque vivem contra a direção natural da vida? É que a natureza sabe. O mar avança e recua. A terra descansa e produz. As árvores largam as folhas para sobreviver ao inverno. Os animais recolhem. E nós? Forçamo-nos a continuar, como se nada mudasse à nossa volta. Não admira que sintamos desequilíbrio a tantos níveis.   O impacto não viver alinhada com a Natureza Vivemos numa cultura que nos desconecta do essencial. Trabalhar por turnos é normalizado, mesmo sabendo o impacto brutal que isso tem na saúde física e mental. Uma cultura em que ficamos acordados até tarde, em frente a ecrãs, contra o nosso relógio biológico, e depois acordamos exaustos, irritados, drenados. Desde cedo aprendemos, olhando para os adultos que nos rodeiam, que devemos trabalhar mesmo doentes, como se o descanso fosse uma fraqueza. E depois perguntamo-nos: Porque é que estamos todos tão ansiosos, cansados, desconectados? Talvez porque, como espécie, passámos as últimas décadas a ignorar a forma como o corpo foi desenhado para viver. Sinto cada vez mais que uma das raízes do nosso mal-estar colectivo está precisamente aqui: vivemos a um ritmo que não é humano. Seguimos regras que não são naturais. E medimos o nosso valor pela nossa capacidade de resistir a isto tudo.   Reconectar Acredito que voltar aos ritmos da natureza não é idealismo; é uma necessidade. É saúde, inteligência biológica e uma forma útil de utilizar sabedoria ancestral. E então impõe-se a pergunta: como é que começamos a regressar ao que faz sentido? Com pequenas escolhas. Com mais respeito pelo corpo; mais dias de pausa quando tudo em nós nos pede essa pausa; mais consciência do mundo à nossa volta e dos sinais do corpo; mais coragem de questionar aquilo que sempre nos disseram ser “normal”. Porque a verdade é que, quando a natureza fala, nós devíamos ouvir. E hoje, com o vento a bater lá fora, a minha cadela ensina-me isso melhor do que qualquer livro.

Evento Corpo & Alma

Data: 09 novembro 2025 | 09.30h
Local: Avenida de Sines, 332 (acima da loja de produtos ortopédicos SBE- Saúde e bem estar), Vila Nova de Santo André

Slow Living

O culto da produtividade Vivemos numa cultura que glorifica a produtividade. Estar ocupada é quase um troféu, um sinal de valor. Quantas vezes já respondeste “anda tudo uma loucura” quando alguém te pergunta como estás? Parece que o “andar à rasca de tempo” se tornou a norma e até uma forma de reconhecimento social. Na realidade, não poderíamos estar mais longe do slow living (viver devagar). Mas deixa-me provocar-te um pouco: será que é mesmo preciso viver assim? Gerir o stress não se resume a fazer respirações profundas ou a aprender técnicas de mindfulness (apesar de serem ferramentas valiosas e que recomendo). Para realmente curarmos o stress crónico que nos desgasta, é preciso algo mais profundo: repensar a forma como vivemos. O poder de fazer menos Dito isto, fazer menos é um ato de coragem. Dizer “não” é difícil. Ter menos objetivos quase parece um insulto num mundo que te diz constantemente para sonhar grande, conquistar mais, ser melhor. Ainda assim, acredito que é exatamente isso que a maioria de nós está a precisar. O nosso sistema nervoso precisa de espaço para se reparar. Não foi feito para estar constantemente em estado de alerta, a reagir a notificações, a gerir compromissos e prazos. Foi feito para alternar entre ação e descanso. Mas, sinceramente, parece-me que o descanso está a perder a batalha há décadas. Escolher fazer menos é uma decisão consciente de sair do piloto automático. É desafiar a ideia de que o teu valor está no que produzes. É dar-te permissão para simplesmente existir sem ter de provar nada a ninguém. Tu sabes quem és sem o teu trabalho ou todas as tarefas e obrigações diárias? Quem és quando não estás a produzir, a servir, a fazer? Talvez seja hora de descobrir. Viver devagar = viver com intenção E nota, viver mais devagar (ou slow living) não significa abdicar de tudo para ir viver para o campo (a não ser que esse seja o teu sonho). Significa escolher, de forma mais consciente, o que ocupa o teu tempo e energia. Algumas ideias práticas: Diminui compromissos. Só porque podes dizer “sim” não significa que devas ou tenhas de o fazer. Reavalia os teus objetivos. A vida que estás a tentar criar é mesmo tua? Aquilo em que colocas o teu tempo ainda faz sentido? Os sonhos de há 5 anos continuam a ser os teus sonhos hoje? Cria momentos de nada. Agenda na tua semana tempo para literalmente não fazeres nada. Reflete antes de aceitar. Um novo projeto aproxima-te ou afasta-te da vida que queres viver? E se disseres não, o que acontece? Permite-te sentir. Se parar te deixa desconfortável, explora isso. Talvez aí esteja a chave para o que realmente precisas. O slow living não é preguiça. É um ato de autocuidado profundo, quase revolucionário, num mundo que quer que estejas sempre disponível e produtiva. Para finalizar, partilho contigo que não gosto da ideia de aprender técnicas de gestão de stress apenas para “aguentarmos” continuar a ser produtivas num mundo que vive a mil à hora. Será que o problema real não é a vida que estamos a tentar aguentar? E se a solução não for aprender a aguentar, mas escolher intencionalmente deixar de viver a mil à hora? Um convite à ação Podes começar agora com um passo pequeno. Desafio-te a escolher esta semana uma coisa para tirar da tua agenda. Só uma. E observa como o teu corpo e mente reagem ao ter esse espaço. Abrandamos juntas?

Sistema nervoso como barómetro

Quantas decisões tomaste hoje sem sequer pensar duas vezes? O que vestir, que caminho fazer até ao trabalho, se respondes já a uma mensagem ou se deixas para depois, o que vais comer, se vais ao ginásio ou não. Pequenas e grandes escolhas, umas conscientes, outras em piloto automático. Mas há algo em que raramente pensamos: cada decisão que tomamos deixa uma marca no nosso sistema nervoso. E, muitas vezes, essa marca é invisível, até ao dia em que a sentimos no corpo como cansaço crónico, insónia, irritabilidade, ansiedade ou uma sensação constante de estarmos “em alerta”. Não é só sobre o que comemos ou se meditamos. É sobre onde trabalhamos, com quem passamos tempo, que ambientes escolhemos frequentar e como decidimos preencher as nossas horas. Um trabalho onde nos sentimos constantemente pressionadas ou desvalorizadas mantém o corpo em tensão. Uma amizade que, no fundo, já não nos faz bem, drena-nos mais energia do que damos conta. Espaços caóticos, barulhentos ou sobrecarregados de estímulos são combustível para o stress e a ansiedade. Mesmo atividades aparentemente “boas” — como um treino intenso ou um novo projeto — podem ser prejudiciais se o momento não for o certo. Tudo isto é informação preciosa, se estivermos dispostas a escutar. E se começássemos a usar o nosso sistema nervoso como guia? Antes de dizer “sim” ou “não” a algo, perguntar: “Isto vai ajudar-me a sentir mais centrada, mais tranquila e enraizada?” Esta pergunta pode mudar a forma como vivemos.Pode significar escolher um trabalho menos prestigiado mas num ambiente saudável.Ou dizer não a um jantar fora para passar a noite em silêncio e descanso.Ou ainda reduzir a presença em redes sociais para se estar mais presente na vida real. E aqui entra uma parte crucial: assumir a responsabilidade. Porque, mesmo que não possamos controlar tudo, temos uma parte do poder de decisão nas nossas mãos. Quando escolhemos conscientemente o que nos nutre e deixamos de lado o que nos drena, estamos a assumir um pouco mais a autoria da nossa vida. É desconfortável, às vezes implica abrir mão de algo que parecia importante, mas é também profundamente libertador. À primeira vista, estas escolhas podem parecer “perder” — podem trazer menos dinheiro, menos oportunidades, menos status. Mas e se for o contrário? E se estivermos, na verdade, a ganhar saúde, energia e clareza para viver de forma mais inteira? Talvez o verdadeiro sucesso não seja ter uma vida impressionante aos olhos dos outros (ou similar à deles), mas sim um sistema nervoso regulado, resiliente e capaz de sustentar o que realmente importa.

Workshop Anti-stress

Data: 27 setembro 2025 | 15h
Local: Ginásio Alpha Fitness, Vila Nova de Santo André

Evento Corpo & Alma

Data: 23 agosto 2025 | 18h
Local: Parque Central, Vila Nova de Santo André (junto ao Ginger Café)

Edit Template
Translate »
Este website utiliza cookies para personalizar conteúdo e anúncios, fornecer recursos de social media e analisar o tráfego. Também partilha informações sobre o uso do nosso website com os nossos parceiros de redes sociais, publicidade e análise. Pode gerir as suas preferências. View more
Cookies settings
Aceitar
Rejeitar
Política de Privacidade & Cookies
Privacy & Cookies policy
Cookie name Active

Política de Privacidade

O Website www.anavitor.com respeita a privacidade dos visitantes e empreendem todos os cuidados para proteger as respetivas informações.

Esta política de privacidade, consiste em prestar as informações que recolhemos e da forma como a podemos utilizar bem como das normas de segurança adotadas para proteger a sua identidade e dados pessoais. O website www.anavitor.com pertence a Ana Sofia da Luz Vítor com o NIF nº 248804162 e email info@anavitor.com.

Que tipo de informações recolhemos

Podem ser solicitadas informações pessoais, como o seu nome, endereço, data de nascimento, sexo, endereço de correio eletrónico, NIF, etc. As informações supra podem ser solicitadas quando se inscreve ou preenche formulário de contacto quer como trabalhador, candidato a emprego, formando, formador, cliente, fornecedor, visitante, etc., e ou quando recebe ou envia mensagens de correio electrónico e para serviços que exigem um registo ou uma subscrição. Utilizamos “cookies” para recolher informações acerca das suas visitas ao nosso website e para melhorar a sua experiência. Pode encontrar mais informações acerca da forma como utilizamos cookies na secção infra “Utilização de cookies”. Quando visita o nosso website, recolhemos dados conhecidos como “percurso de cliques” (endereço do servidor, nome de domínio, etc.). Estas informações/dados são armazenadas de forma anónima e servem apenas para análise estatística generalizada, webmining, com o objetivo de melhorar os nossos serviços.

Utilização das informações dos visitantes

Todas as informações pessoais que obtemos serão registadas, utilizadas e protegidas em conformidade com legislação comunitária vigente em matéria de protecção de dados e com esta política de privacidade. As informações recolhidas, têm como finalidade o envio de informações /divulgação por correio eletrónico acerca dos nossos produtos, e serviços. O envio das informações apenas ocorre, quando o titular dos dados, tiver expressamente optado por receber mensagens de correio electrónico do website www.anavitor.com. Caso não pretenda receber mais mensagens de correio eletrónico, entre em contacto connosco através de email.

Proteção das informações dos visitantes

As informações que nos fornece ao visitar o nosso website, estão protegidas no âmbito da implementação das várias medidas de segurança, nomeadamente através de acesso condicionado, e de salvaguardada confidencialidade das informações. Alertamos, contudo, que ao fornecer informações pessoais online, existe um risco de terceiros poderem interceptar e utilizar estas informações, pelo que em termos de segurança de qualquer informação que divulgue online; fá-lo-á por sua própria conta e risco.

Privacidade de menores (crianças e jovens)

O Website www.anavitor.com está empenhada em proteger a privacidade de crianças e não pretende recolher dados pessoais de menores com idade inferior a 13 anos (a idade legalmente definida em termos de lei nacional no âmbito do RGPD). Se o utilizador for uma criança com idade inferior a 13 anos e tentar enviar o seu registo, o mesmo será rejeitado e a criança será informada de que não aceitamos registos provenientes de crianças com idade inferior a 13 anos. Incentivamos os pais e os responsáveis por menores com idade inferior a 13 anos a controlarem e supervisionarem regularmente a utilização do correio electrónico e as outras actividades online das crianças.

Utilização de Cookies

Caso pretenda poderá desativar todos os cookies, caso prefira não os receber. Também pode fazer com que o seu computador o avise da utilização de cookies. Em ambos os casos, tem de ajustar as definições do seu navegador (como o Internet Explorer).

Retificação, eliminação, modificação ou atualização de informações pessoais

Caso pretenda, pode cancelar o seu registo ou utilização em qualquer altura e pode optar por não receber quaisquer mensagens de correio eletrónico e/ou mensagens SMS, e pode também optar por eliminar todas as suas informações pessoais da nossa base de dados. Se pretender pode também anular subscrições, eliminar ou modificar as suas informações pessoais.

Nosso contacto

Se tiver quaisquer perguntas ou comentários relativamente ao nosso website e/ou à nossa política de privacidade, escreva-os para o endereço presente no nosso website.

O consentimento titular dos dados

Ao utilizar o nosso website confirma que aceita os termos desta Política de Privacidade, assim como os nossos Termos e Condições. Caso não concorde com os termos da nossa Política de Privacidade e os nossos Termos e Condições, solicita-se que não nos forneça informações pessoais e cesse a utilização no nosso website.

Direito do titular dos dados ao acesso às suas informações pessoais

O titular dos dados tem o direito de receber uma cópia das suas informações pessoais em nosso poder.

Direito do titular dos dados à eliminação de dados pessoais

Caso seja utilizador do nosso website através do processo de registo de utilizador, os seus dados estarão armazenados numa base de dados específica de controlo de utilizadores. Porém o Titular dos Dados poderá requer a sua eliminação sempre que pretender, através do pedido por escrito para o nosso email.

Política de Privacidade

A política de privacidade online aplica-se apenas às informações recolhidas através do nosso website e não à informação recolhida offline.
Save settings
Cookies settings